Saiba por que o mercado de seminovos evoluiu na forma de negociar

Os carros seminovos vêm se tornando a nova tendência do mercado de veículos. Sua praticidade, preço e capacidade de atingir todos os gostos lideram as principais características que vem transformando este tipo de negócio no principal mercado de automotores em todo o país e no mundo.

Isto se deve ao fato de que a forma de comprar e vender um carro seminovo passou por diversas mudanças que permitiram um segmento comercial mais abrangente em relação a seus concorrentes. Por isso, é importante mostrar como negociar um seminovo mudou para melhor ao longo dos últimos anos.

O fator internet

Nenhuma característica impactou tanto o mercado de carros seminovos como a internet. Ela substituiu os catálogos de revendedoras e concessionárias que recebíamos quando estávamos parados no semáforo.

O motivo? Uma ampla opção de marcas, modelos, motores, designs, acessórios, equipamentos e tudo que o comprador desejar. Com a capacidade de encontrar o carro seminovo ideal pelo menor preço, os números de vendas dobraram em período analisado entre 2016 e 2017.

O repasse de veículos

Outra forma de negociar que impactou diretamente o mercado automotivo de seminovos foram os repasses de carros realizados pelas concessionárias e pátios de veículos.

São vários processos que influenciaram na forma de negociar um seminovo ou usado durante os últimos anos, mas o principal deles é uma gestão de dados mais eficiente. Com um cadastro realizado pelas revendedoras, ficou mais fácil achar um bom negócio para cada tipo de perfil.

Desvalorização dos novos ao longo dos anos

Com apenas um ano de uso, vários carros perdem até 20% do seu valor de mercado. Esta tendência cada vez mais crescente no Brasil, com mais modelos e montadoras no país, inflou o segmento comercial, dando mais espaço para os seminovos.

Assim, negociar seminovos que antes não tinham tantas vantagens em relação aos 0km, passaram a ser uma importante forma de economia e praticidade encontrada pelos brasileiros. Isso permite que a revenda de seminovos tenha crescimento consecutivo nos últimos sete anos.

Perfil econômico diferenciado

O crescimento do poder de compra e o acesso ao crédito trouxeram mais benefícios aos novos veículos, correto? Errado. Com mais dinheiro para investir, o brasileiro aprendeu a negociar melhor, ter segurança jurídica na hora da compra (ou da venda) e passou a tratar o seminovo como investimento, não mais como gasto.

A crise econômica acentuou ainda mais o mercado, que permitia negociações abaixo de tabelas como a Fipe, sendo termômetro para que muitos adquirissem seu primeiro automóvel.

O poder da entrada em relação ao financiamento

Por fim, os valores da entrada subiram, permitindo que os financiamentos diminuíssem e, consequentemente, a inadimplência caísse. Com menos ‘calotes’, ficou mais seguro negociar um seminovo.

Por exemplo, há uma década atrás, o valor da entrada de 20% do montante total era comum nos bancos que concediam créditos. Hoje, este valor dificilmente é menor que 40%.

As parcelas também mudaram: as condições em até 72 ou 60 vezes foram substituídas por 36 vezes, permitindo uma capacidade de negociação em ambas as pontas.

Siga a tendência e adquira um seminovo

O Grupo Geração acompanhou toda essa mudança no mercado – são mais de 20 anos na venda de veículos novos e seminovos, garantindo as melhores condições de negociação.

Hoje, com uma plataforma na internet que disponibiliza inúmeras marcas e modelos, ficou mais fácil seguir a tendência e adquirir seu seminovo. Conheça as opções da Geração Automóveis e realize o sonho do carro próprio!

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